As posições marronistas defendem que os indivíduos devem decorar exaustivamente toda uma série de conteúdos, de valor relativo, visando que estes sejam integral e totalmente plasmados no exame/ teste a que se está ou vai responder.
Obviamente, existem inúmeras críticas a esta doutrina, assinaladas pelos génios criadores do Bitaitismo, nomeadamente a Doutora Filipa José da Cunha Andrade. Para além da dificuldade inerente ao marronismo, o tempo é pouco e as actividades são inúmeras, pelo que não é de todo possível conciliar o carácter boémio que tão bem caracteriza a vida académica com o estudo que os cépticos teimam em defender como necessário. Consequentemente, surge-nos a necessidade de hierarquizar o dispêndio de tempo para as actividades que o típico estudante, ingratamente denominado por baldas, estabelece. Observemos então a pirâmide funcional do tempo dedicado a cada actividade, segundo a perspectiva da Dra. Rosa Bitaitão.

Obviamente, existem inúmeras críticas a esta doutrina, assinaladas pelos génios criadores do Bitaitismo, nomeadamente a Doutora Filipa José da Cunha Andrade. Para além da dificuldade inerente ao marronismo, o tempo é pouco e as actividades são inúmeras, pelo que não é de todo possível conciliar o carácter boémio que tão bem caracteriza a vida académica com o estudo que os cépticos teimam em defender como necessário. Consequentemente, surge-nos a necessidade de hierarquizar o dispêndio de tempo para as actividades que o típico estudante, ingratamente denominado por baldas, estabelece. Observemos então a pirâmide funcional do tempo dedicado a cada actividade, segundo a perspectiva da Dra. Rosa Bitaitão.

A estrutura desta pirâmide vem refutar por completo a teoria do marronismo, devido à empiricamente perceptível impossibilidade de conjugar as actividades mencionadas na mesma, atendendo à ordem de prioridades que esta estabelece e consagra.
